Primeira Magistrada - TRT16 Primeira Magistrada - TRT16

AMÉLIA BRANCO BANDEIRA COELHO

Após a instalação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, em 26 de maio de 1989, a primeira juíza de primeiro grau foi Liana Chaib, empossada em 15 de maio de 1990. 

No segundo grau, a Corte do Tribunal Pleno teve como primeira Juíza Togada Amélia Branco Bandeira Coelho, que foi empossada em 04.10.88, na vaga destinada ao membro do Ministério Público da União. Ela também foi a primeira mulher a assumir o comando do TRT, tendo assumido a presidência do TRT da 16ª Região em 27 de junho de 1991, cujo mandato terminou em 26 de junho de 1993. Aposentou-se 1994.

Nascida em Grajaú, em 8 de março de 1942 (Dia Internacional da Mulher), Amélia faz lembrar a música Amélia de Mario Lago e Ataulfo Alves. Coincidência ou não, a música também data de 1942. Mãe de três filhos Durval Francisco Coelho Filho, Denilson Bandeira Coelho e Darlene Bandeira Coelho, foi casada com Durval Francisco Coelho. Antes de ingressar no TRT, foi da Fundação Educacional do Distrito Federal/Governo do Distrito Federal, e em seguida exerceu a advocacia, e ingressou no Ministério Público do Trabalho. 

À frente da Presidência do TRT, Amélia Bandeira teve como suas principais realizações a instalação da JCJ de Chapadinha - 19.03.91; instalação da JCJ de Açailândia - 19.06.93; início do processo seletivo do II Concurso Público para Juiz do Trabalho Substituto do TRT da 16ª Região - abril/1993; criação do Setor de Controle Interno - R. A. 050/93, de 22 de junho de 1993. 

CURIOSIDADE 

- Curiosidades da MPB 

1942 A música " Ai, que saudades da Amélia ", grande sucesso de Ataulfo Alves e Mário Lago, teve como inspiração, segundo pesquisadores, um fato real. A história foi contada por pessoas do ciclo de amizade dos dois autores com pequenas alterações nas versões. De forma resumida o fato foi o seguinte:  

O baterista Almeidinha, contava em rodas de amigos, no Café Nice, que a cantora Araci de Almeida, sua irmã, tinha uma lavadeira de dar inveja a qualquer dona de casa. O baterista, ao se referir às mulheres da época, costumava brincar, exaltando os predicados da doméstica. Entre outros comentários, dizia coisas como: "Amélia era que era mulher. Amélia lavava, passava, cozinhava... Amélia era solidária ao seu homem, e passava fome ao seu lado e achava bonito não ter o que comer... e o dinheiro que ela ganhava o marido bebia... Ai! que saudades da Amélia".