MINISTRO

ANTONIO JOSÉ DE BARROS LEVENHAGEN

"Há duas concepções a respeito da atividade correicional: uma que a considera mais no sentido punitivo (busca de falhas, incorreções) para eventualmente punir-se o magistrado, que incorreu nessas falhas. Uma outra concepção, que foi a concepção que orientou meu trabalho como Corregedor-Geral, é o sentido pedagógico, de colaboração, porque até hoje não se descobriu um antídoto contra a falibilidade humana.
Quando se atua na Corregedoria-Geral com sentido 'policialesco', muito duro, ao invés de se atrair, cooptar a boa vontade, o Corregedor acaba estabelecendo um clima de animosidade, um clima de não-cooperação, porque os colegas se sentem intimidados."

 

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