MINISTRO

JOSÉ LUCIANO DE CASTILHO PEREIRA

"O Corregedor, hoje, mudou muito, porque eu fui Corregedor no tempo em que não tinha o CNJ e não tinha o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, estava começando o Conselho Superior. Então, eu mudei muita coisa na Corregedoria para afeiçoá-la ao meu modo de ser. Por exemplo, eu não ficava no Tribunal para as pessoas me visitarem. Eu visitava as pessoas. Eu visitava a Associação dos Juízes, visitava o Núcleo da Procuradoria do Trabalho, visitava os advogados e quem quisesse me visitar, visitava. Mas eu achava que eu é que tinha que visitar, e não eles me visitarem. Parece pouca coisa, mas não é.
Eu tive problemas que resolvi internamente, sem publicar, sem anunciar, vivendo bem com as pessoas. Eu não fui com espírito de punir, de pôr ordem, porque eles sabem melhor do que eu.
Provar a todos que o Corregedor é um cidadão humano já é um grande feito. Parece pouco, mas não é. Você não pode ficar distante das pessoas."

 

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