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TST inaugura Berçário Ministra Cnéa Cimini



18/02/2014 -  O Tribunal Superior do Trabalho (TST) inaugurou nesta terça-feira (18) o berçário que vai atender os filhos dos magistrados e servidores da Corte. O presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, afirmou que o Berçário Cnéa Cimini Moreira de Oliveira oferecerá aos pais a segurança e a tranquilidade para desempenharem suas atividades no trabalho. "É uma forma de ver a administração como uma integração", afirmou ele. "Trabalho é uma realização, mas para se realizar temos que manter a dignidade, o bom viver e o seu bem querer. Nós estamos realmente preocupados com a pessoa humana", disse Carlos Alberto.

O ministro falou pela manhã, com a presença do vice-presidente da Corte, ministro Barros Levenhagen, e do corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, além de ministros, diretores, servidores com crianças e a equipe que trabalhará no berçário. A unidade tem 60 vagas para crianças de seis a 18 meses e começará a funcionar no próximo dia 24.

O presidente do TST explicou ainda que o berçário é uma resposta ao desafio posto ao administrador público, que, "além de implementar um dos cânones da Constituição, que é a proteção à criança, também representa a materialização  da defesa à maternidade e à integridade orgânica e moral do trabalhador".

Carlos Alberto disse ainda que o nome 
Ministra Cnéa Cimini Moreira de Oliveira é uma justa homenagem à contribuição à ministra, primeira mulher no Brasil e a segunda do mundo a ocupar o cargo de ministra de tribunal superior, em 1990 no TST.  "Pioneira, defendia a maior participação da mulher na magistratura brasileira, assim como no mercado de trabalho".


Homenagem

A sobrinha da ministra homenageada, Patricia Moreira Vodovoz, que participou da inauguração, falou sobre a tia. Ela ressaltou o amor que a ministra Cnéa tinha pelas crianças, e lembrou que ela "sempre foi uma filha, esposa, irmã, tia, madrinha e amiga exemplar. E por que não falar mãe? Era uma apaixonada por crianças. Ela não teve filhos, mas foi, desde sempre uma segunda mãe para mim".

Patrícia afirmou ainda que a ministra sentia imenso orgulho quando era citada como pioneira no cargo de ministra do TST. Gostava de fazer disso um  incentivo para as mulheres, mostrando que podiam brilhar no exercício de suas profissões.  "E hoje, temos este Tribunal como sendo o que possui o maior número de ministras em um tribunal superior no Brasil. Uma vitória, com certeza, para quem defendia uma maior participação feminina na Justiça, como sempre fez a ministra Cnéa".

(Augusto Fontenele/MC/foto: Fellipe Sampaio)

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