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Tribunal Superior do Trabalho propõe acordo para aumentar piso salarial dos professores do DF

Escolas particulares do Distrito Federal podem aumentar o piso salarial dos professores. O acordo foi proposto pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e ainda vai ser apreciado por professores e donos de escolas. 
 
O ministro do TST Fernando Eizo Ono mediou a audiência de conciliação que colocou, de um lado, representantes do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal e, do outro, o sindicato que representa os professores em estabelecimentos particulares.
 
Durante a conciliação, o aumento do piso salarial dos professores foi proposto pelo ministro. Para a data-base maio de 2015, de acordo com a sugestão, a hora-aula deve ser de R$ 9,75. E para 2016, a hora-aula deve ser de R$ 12,00.
 
Os pisos para os coordenadores e orientadores educacionais serão os mesmos da hora-aula dos professores da Educação Infantil, proporcional à jornada de trabalho, considerando a jornada máxima de 44 horas semanais. 
Além disso, o reajuste deve ser calculado pelo INPC integral de 2015, com ganho real de 8,34% e abono de 10,6%. Para 2016, o além do INPC integral, deve ser de 2% o ganho real, sem abono. 
 
O pagamento deve ser negociado diretamente entre as partes, exceto o abono. As propostas ainda vão ser apreciadas pelas duas categorias.
 
"Eu imagino que, acima de tudo, nós temos que trabalhar em prol da educação, que é o campo que atuamos.
Felizmente, encontramos no ministro Fernando Ono esse amparo de razoabilidade para que chegássemos a um consenso e isso pacifica a relação entre as duas categorias, melhorando o ambiente de trabalho", defendeu Álvaro Moreira, presidente do Sinep. 
 
"Acredito de fato que é uma proposta positiva, que contém principalmente o piso salarial, que foi nossa principal bandeira. Vamos submeter a assembleia para que aprove de fato para assinarmos a convenção coletiva", comemorou Karina Barbosa, presidente do Simprop.