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Comitê Gestor Nacional do PJE-JT visita TRT-RJ



A coordenadora nacional do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT), desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann e a juíza auxiliar da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Gisela Ávila Lutz se reuniram, na segunda-feira (22/9), com desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ). O objetivo da reunião foi apresentar as melhorias que estão sendo feitas no sistema e avaliar o uso do PJe-JT no 2º grau do Regional fluminense, com vistas a aprimorar determinadas funcionalidades.

Inconsistências

​Entre julho e agosto, inconsistências registradas no sistema na 1ª Região se tornaram motivo de preocupação para o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o TST, o Comitê Gestor do PJe-JT e o TRT-RJ. Em razão disso, várias medidas foram adotadas, entre elas a contratação de uma empresa especializada na infraestrutura de tecnologia da informação para monitorar e indicar a origem das inconsistências.

Na reunião com os magistrados da 1ª Região, a desembargadora Ana Paula Lockmann explicou que esse diagnóstico ainda não foi concluído, e que a estabilização do sistema foi possível graças ao trabalho conjunto dos técnicos do CSJT e do TRT-RJ, atualmente o Regional com maior número de processos eletrônicos no país - são quase 400 mil. 

A desembargadora esclareceu que medidas estão sendo tomadas a curto, médio e longo prazo para que o PJe-JT permaneça estável e seja sustentável à medida que o volume processual aumente. Equipes de técnicos atuam em paralelo para melhorar o desempenho. Ela elogiou a infraestrutura da 1ª Região, que classificou como um exemplo para os outros Regionais.

A juíza Gisela Lutz abordou um dos problemas que afeta o desempenho do PJe-JT na 1ª Região e como ele está sendo solucionado. "Por vezes, o sistema fornece mais informações do que as necessárias, e esse excesso acaba sobrecarregando, já que o número de acessos no Rio de Janeiro é significativo", explicou. "Uma das providências adotadas é eliminar esses excessos, ‘aliviando a carga'".

As magistradas também falaram sobre as medidas que estão sendo tomadas para aprimorar as funcionalidades na segunda instância e se comprometeram a avaliar com os técnicos as observações feitas pelos desembargadores sobre o uso da ferramenta.

À tarde, as magistradas informaram sobre as melhorias no PJe-JT aos integrantes do Comitê Gestor Regional do TRT/RJ, esclareceram dúvidas e ouviram sugestões dos representantes da Associação Carioca dos Advogados Trabalhistas (Acat), da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio de Janeiro (OAB/RJ), do Ministério Público do TRabalho da 1ª Região, juízes e servidores. 

(Com informações e fotos do TRT-RJ)

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